segunda-feira, 26 de junho de 2017

O DISCO DE 1998




1)      Meu Menino Jesus
2)      O Baile da Fazenda
3)      Eu Te Amo Tanto
4)      Vê Se Volta Pra Mim
5)      De Tanto Amor (versão inédita ao vivo)
6)      Debaixo Dos Caracóis Dos Seus Cabelos (versão inédita ao vivo)
7)      Nossa Canção (versão inédita ao vivo)
8)      Amada Amante (versão inédita ao vivo)
9)      Falando Sério (versão inédita ao vivo)
10)   Outra Vez (versão inédita ao vivo)

No final do ano de 1998 chegava às lojas o mais novo disco do rei. Com 4 músicas inéditas e 6 em versões inéditas ao vivo com novos arranjos. O especial desse ano começava com a versão esmagadora de Cavalgada, que só sairia em disco em 2004, no disco Pra Sempre Ao Vivo no Estádio do Pacaembú. A primeira faixa é uma mensagem de natal. Para mim, essa música foi muito importante, a música me tocou profundamente visto que meu pai havia falecido no natal de 1990, então tenho por essa música um carinho muito especial. “O Baile Da Fazenda”, tem a participação de Dominguinhos, falecido em 2013. “Eu Te Amo Tanto” é a segunda “Detalhes” de Roberto Carlos, hoje é a música preferida do rei, como já disse em várias entrevistas. “Vê Se Volta Pra Mim” foi um capítulo à parte. Meus amigos me falavam: “Olha lá, seu rei gravando pagode agora, hein, hein??” Nessa época não vou negar que eu não podia nem ouvir a palavra “pagode”. Tudo bem que mesmo depois desse pagode composto por Eduardo Lages e Paulo Sérgio Valle, eu não saí comprando tudo que era pagode choroso dos anos 90, eu mal podia ouvir nas festinhas quando eu ia, e até hoje não consigo. Mas confesso que esse “pagode do rei está sim no meu celular hoje”. 
“De Tanto Amor”, “Debaixo Dos Caracóis dos Seus Cabelos”, “Nossa Canção”, “Amada Amante”, “Falando Sério” e “Outra Vez” são versões inéditas ao vivo. Porém não tem as datas e locais dos shows. O disco é um belo registro que fecha a década de 1990. Lembro-me que na época eu ouvia a fita k7 no walkman enquanto me dirigia de ônibus ao ginásio do Ibirapuera para comprar dois ingressos para o show que ele faria naquela semana.
Por um lado, não deixa de ser um disco triste para mim, pois não saiu em vinil. No ano de 1997 pararam de fabricar discos em vinil no Brasil. De certa forma era sim mais rentável para a gravadora, de certa forma mais prático para o consumidor, mas para quem cresceu ouvindo Roberto em vinil... jamais vai se contentar com o som do CD. 

4 comentários:

  1. Barratta,

    esse disco deve ter sido difícil de se fazer. Ele fez com muitas dificuldades, por conta da doença da esposa. O Vê se volta é a melhor faixa, a meu ver, mesmo não sendo a "praia" do maestro. Dominguinhos fez um trabalho belíssimo no Baile. As versões ao vivo, destacaria Amada amante (a melhor levada, a meu ver e que supera muito aquela versão original de 71), Debaixo dos caracóis e De tanto amor. Acho chato o longo trecho declamado de Nossa canção que, sem o vídeo, perde um pouco a mágica do número. Gosto muito de Falando sério, ali também a melhor versão ao vivo. Sobre o vinil, já em 1997 não tivemos e mal tivemos em 1996.

    Um forte abraço a todos!

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    1. Grande Everaldo, que prazer irmão a sua visita e seu comentário. Realmente eu me lembro que durante um programa Domingão do Faustão, o apresentador conseguia uma exclusiva em um estúdio ao lado onde estava rolando as gravações pro especial daquele ano e notei um Roberto meio tristonho e preocupado. O cenário era aquele auditório onde ele começou o especial cantando Cavalgada. Um forte abraço irmão. Estou voltando aos blogs. Abraço

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  2. Infelizmente esse disco é irregular pelas tristes razões que nós conhecemos. Gosto das versões de Amada Amante e de De Tanto Amor, mas a grande pérola desse disco é mesmo a música Te Amo Tanto.

    Abraço, mano!

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    1. Verdade mano, mas no geral gosto do disco. As versões ao vivo ficaram excelentes. Obrigado pela visita e comentário.
      Abraço mano.

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