segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

O DISCO INGLÊS DE 1981



Lado A
  1. Honestly (Falando Sério) *
(Maurício Duboc – Carlos Colla – versão: Sue Sheridan)
  1. At Peace in Your Smile (Na Paz Do Seu Sorriso) **
(Roberto Carlos  - Erasmo Carlos – versão: Sue Sheridan)
  1. Loneliness (Paul Williams – Ken Ascher) **
  2. Sail Away (Billy Falcon) *
  3. Niagara (Marvin Hamilsch – Carole Bayer Sager – Bruce Roberts) **

Lado B
  1. Buttons On Your Blouse (Os Seus Botões) **
(Roberto carlos – Erasmo Carlos – versão: Julie Saires)
  1. Breakfast (Café da Manhã) ***
(Roberto Carlos – Erasmo Carlos – versão: Sue Sheridan)
  1. Come To Me Tonight  (Gary Portonoy – Sue Sheridan) *
  2. You Will Remember Me (Detalhes) ***
(Roberto carlos – Erasmo Carlos – versão: Sue Sheridan)
  1. It´s Me Again (Doug McCormick – Dennis Smith) ***

Arranjos: * Tom Saviano
                 ** Bill Meyers
                 *** Eddie Karam

No ano de 1981 fomos brindados com um disco no meio do ano. Roberto sempre lançou, até onde sei, discos no final do ano. Propositalmente ou não, o artista ou banda que lança seus trabalhos no final ou nas proximidades do final do ano acaba pegando o gancho das vendas de natal. E quando o assunto é Roberto Carlos, o resultado é (acertar em cheio) no presente.
Pois bem, não lembro como esse disco chegou em casa. Mas foi e é até hoje ouvido exaustivamente.
Primeiramente, novos ares, novo time de arranjadores, nova sonoridade, nova abordagem musical, esse foi um presente e tanto para seus fãs.

Pasmem, o disco em inglês hoje em dia é desconhecido de muita gente. Na época, como tinha apenas 6 anos, não me lembro se vendeu, se não vendeu bem, se tocou ou não tocou nas rádios, mas uma coisa ficaria em minha memória. Hoje com o advento da internet, ficou extremamente fácil achar vídeos de 20, 30, até 50 anos atrás. Mas foi extremamente difícil achar um vídeo até a exposição RC 50 Anos de Carreira na Oca do Ibirapuera. Que eu me lembrasse, existia um clipe com uma música desse disco. Em julho de 1981 o Fantástico veiculou o clipe Sail Away.

O disco é composto de dez músicas sendo cinco versões para grandes sucessos de Roberto com letra de Roberto e Erasmo e cinco canções inéditas compostas especialmente para o disco. O layout da capa é simples, diferentemente da capa modelo álbum que mantia um padrão desde 75, com rara exceção em 1977, e um encarte nas cores azul e branco em um papel mais sofisticado do que os papéis convencionais de gramatura 0,75.

1. “Honestly “ O lado A abre com uma versão para “Falando Sério”. Logo na primeira música já percebe que a sonoridade do disco está diferente. Todas as músicas versionadas para o inglês receberam uma releitura de arranjos, não foram usadas as mesmas másteres onde seria necessário apenas adicionar o vocal. O trabalho foi completo.

2. “Na Paz do Seu Sorriso” virou “At Peace in Your Smile”. Canção executada com um pouco mais de felling que na gravação original de 1979. Essa canção tem uma variável onde na hora em que começa o solo a música muda de tom, porém quando Roberto volta, a canção volta para o tom do início.

3. “Loneliness” a primeira música inédita do disco é o tema em que Roberto tanto já cantou: Solidão. Mas a solidão aqui vem acompanhada de uma “proposta”
“...Nós temos desgastado pela noite fora, e agora está quase pronto
Se você pudesse ficar, um pouco do café da manhã pode ser divertido
É muito trabalho para um
E embora seja apenas um palpite simples
Nós estamos mais fortes agora...”

4. “Sail Away”. “Velejar” bem o estilo do Roberto e uma canção que diz coisas que ele acredita. Ele já disse muito isso em entrevistas: Só canta aquilo que realmente acredita. O cenário é o mar, o barco, uma pequena cidade na Itália, café do lado do fogo, “...caminhar com você abaixo uma estrada Cobblestone...”, ver as coisas bonitas que nós nunca conhecemos... há um romantismo no último grau da palavra nessa canção. Porém além de ser uma das cançõe que eu mais gosto, fui conferir o que era uma estrada Cobbestone. São aquelas ruas, estradas com paralelepípedos, ou pedras que não tem exatamente um formato retangular.

5. “Niagara” seriam as cataratas do Niagara, que o Pica Pau insiste até hoje em descer em um barril? Niagara é um lugar fascinante, romântico, um espaço e tanto para os apaixonados. Vide o filme da Marilyn Monroe, Niagara de 1953, no Brasil “Torrentes da Paixão”. O clima do filme é bem esse. Porém na letra da canção a situação está voltada para retomar a paixão de antigamente. 

 Foto provavelmente da mesma sessão de fotos para a capa e contra capa do disco, essa foto foi extraída da Revista Programa do show Emoções.


Lado B
1. “Buttons On Your Blouse” versão para “Os Seus Botões” de 1976. Uma revelação aqui na versão em inglês. A blusa era branca. Roberto canta “The buttons on the white blouse…” blusa branca. A história é a mesma contada no ano de 1976. Porém aqui não é usado tanto reverb na voz de Roberto como nos anos 70.

2. “Breakfast”  (Café da Manhã) a canção nesse disco em inglês saiu um pouco mais simples do que na gravação original onde nota-se nitidamente um efeito phaser na guitarra, efeitos, porém aqui a cozinha da música (baixo e bateria) está um pouco mais definido do que no arranjo de 1978 com arranjo de Jimmy Wisner.

3. “Come To Me Tonight” “Venha para Mim Essa Noite”. Talvez a música mais agitada do disco. Não na mesma levada, mas lembra um poucos algumas outras belas canções agitadas que Roberto lançaria no seu disco no final de 1981: “Ele Está Pra Chegar” e “Quando o Sol Nascer”. Segundo o amigo Everaldo Farias, Roberto interpretou essa música no Globo de Ouro. Com certeza existe o vídeo por aí, mas está nas mãos dos nossos maravilhosos amigos colecionadores. Efusivo abraço. Mas um dia aparece esse vídeo, eu tenho “Fé”.

4. “You Will Remember Me” (Detalhes) ganhou um solo de sax, uma subida de tom no último verso, ao mesmo tempo perdeu as expressões “... o ronco barulhento do seu carro”, “a velha calça desbotada ou algo assim”. Música que manteve o clima que embalou o namoro de muita gente.

5. “It´s Me Again” o disco inglês de Roberto fecha com uma inédita composta especialmente para o disco. “Letters in the fireplace...” cartas na lareira, ele está em algum lugar em Dezembro, sozinho desde maio, porém consciente que se encontrasse a (musa) diria que “It´s Me Again” , “Sou eu de novo, para dizer que nunca mais quero falar com você, depois de tudo que me fez passar”, bem ao estilo “Do Fundo do Meu Coração”.

O disco não fica devendo nada para os lançamentos internacionais por volta de 1980 até 1983. Entre os músicos participantes no baixo está o Abe Laboriel no baixo, pai do baterista Abe Laboriel Jr. Baterista da atual banda de Paul McCartney. Porém não consigo identificar em quais faixas Abe toca. Na percussão Paulinho da Costa.
Para terminar, um vídeo que foi veiculado pelo Fantástico em julho de 1981. O clipe de “Sail Away”.
Revendo meus guardados, mais precisamente na Revista Programa do show Emoções, há uma foto onde tudo indica que é da mesma sessão de fotos da capa e contra capa.

Produzido por Nick de Caro para Entertainment Company
Gravado no estúdio Crimson Sound, Santa Monica, California.

Cordas gravadas em Western Recording Studio, Studio One, Hollywood, California.

Fotos Frederico Mendes

Sail away Fantástico


 

19 comentários:

  1. Cara,

    belíssima postagem e obrigado por me citar nela. Existe mesmo essa passagem do rei no Globo de ouro cantando Come to me tonight, inclusive já vi trechos no Vídeo show, certa vez. Eu gosto muito de It´s me again. Sobre os arranjos, sinto um "toque norte-americano" neles.

    Não sei se me farei entender, mas é como se a "levada ou o som" das canções sofressem uma adaptação para se aproximar mais do que eles estão acostumados a ouvir. Aliás, isso é um ponto que considero elegante em muitos artistas brasileiros e alguns internacionais (Julio Iglesias, por exemplo): eles cantam na língua e no ritmo daquele país! Gosto disso!

    Roberto comentou mais tarde (em fim dos anos 80) que pretendia lançar outro disco em inglês, pois aquele (no caso este de 1981) não teve a divulgação merecida. Julio Iglesias já falou que se nosso rei quisesse penetrar no mercado norte-americano em peso, teria total êxito e creio que Julio deve saber das coisas também!

    Blog Música do Brasil
    www.everaldofarias.blogspot.com

    Um forte abraço a todos!

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    1. Caro Everaldo, obrigado pela visita e comentário. Realmente o som sofreu sim uma "americanizada", o que deixou o disco com uma atmosfera mais sofisticada. Nada que inferiorize os arranjos nos discos originais das músicas versionadas. O disco me chama atenção por ter realmente um som diferenciado. É um disco que (como diz Paul McCartney) não esquenta a cabeça. O bom e velho Julio é um mestre no mercado do disco, esse sabe sim das coisas também.
      Forte Abraço.

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    2. Falando do Roberto no Globo de Ouro, além desse vídeo que um dia aparecerá se Deus quiser, tem mais outro que eu quero ver ele no Globo de Ouro cantando a música: "Eu e Ela", em 1984.

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  2. Já vi o vídeo do Roberto cantando "Come To Me Tonight" no Globo de Ouro, naquele quadro Túnel do Tempo do VídeoShow, não me recordo se cheguei a gravar em VHS na época, mas pode ser que eu tenha aqui porque não costumava deixar passar nada.

    Desse disco eu curto mais as canções originais em inglês, existem algumas pérolas entre elas como "Niagara" e "It´s Me Again". "Sail Away" é uma música que eu gosto muito de tocar, me lembra Dylan. Esse é um disco que mostra mais uma vez como Roberto canta muito, pena que não tenha tido a devida repercussão, realmente não foi o que se consideraria sucesso em se tratando de Roberto Carlos, a intenção era que o disco tivesse um bom alcance mesmo nos EUA, mas existem críticas quanto ao inglês do Roberto (que ele próprio também diz ser ruim) que diante do meu pouco domínio do idioma parece me soar muito bem, melhor até do que na gravação dele de Loving You.

    Não tinha me dado conta desse detalhe da "blusa branca" em "Buttons On Your Blouse", mano, muito bem observado. Sabe o que mais maluco? Desde criança quando ouvia essa música e fazia um teatrinho na minha cabeça com algumas músicas (assim como Roberto e Erasmo dizem fazer ao compor), eu imaginava uma blusa branca!

    Abraço, mano! Já são quantos discos postados aqui?

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  3. Fala mano, poxa, todo mundo viu o video de Come to Me Tonight menos eu? hahah. Roberto Carlos sempre cantou em inglês, esqueci de mencionar que ele já havia gravado Jesus Cristo em inglês, começou a carreira cantando Elvis, Chet Baker...
    Sobre os discos postados aqui (se eu não contei errado) já são 16. Tem muito comentário já pronto, mas o interessante é que muitas vezes em vez de eu pegar um comentário pronto, quero fazer sobre determinado disco que eu estou mais curtindo atualmente. No caso do disco em inglês, resolvi escrever sobre ele porque readquiri recentemente em vinil.
    Abraço mano.

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  4. Pois é, mas esse gravação de Jesus Cristo em inglês mesmo foi uma música que o Roberto "renegou" por exatamente por achar o inglês dele ruim na canção, então...

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  5. Mesmo que fosse ruim, como se a gente ligasse, somos seus fiéis súditos, um dia a gente vai dar entrevista pro jornal mano, escreve o que eu tô dizendo.
    Forte abraço

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    1. hauahuhaua...ah não, tem coisas que eu não acho tão boas, no caso do "Jesus Christ" que eu até toquei a versão num show, talvez o inglês não estivesse tão bom (o que claro não faz com que eu deixe de ouvir), mas no disco de 1981 me agrada sim.

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  6. Permita-me ousar comentar ( diante de tantos letrados em matéria do rei).

    Magnifica análise do disco Parabéns!

    Em 1981 eu trabalhava em uma loja de discos, e o disco em inglês teve boa vendagem em São Paulo ( chegou ao topo dos mais vendidos por duas semanas) , mas em se tratando de Roberto Carlos , foi apenas uma vendagem média..

    Os norte americanos praticamente ignoraram o disco porque são extremamente fechados para os latinos.

    Mas falando em Julio Iglesias, para penetrar nos EUA, não bastou cantar no idioma, ele fez duetos com Diana Ross e Stevie Wonder, daí sim teve um trânsito mais aberto.

    Penso que faltou ao Roberto um dueto que o projetasse por meio de um artista local, no entanto , nessa época Roberto nunca tinha gravado um dueto ( exceção para uma participação em um disco do Erasmo ( convida) em 1980).


    Talvez o artista brasileiro de maior projeção nos EUA seja o Tom Jobim, mas é bom ressaltar que foi por intermédio de Frank Sinatra.

    Com exceção para os britâãnicos, raramente um artista faz sucesso para os norte americanos nativos que não sejam oriundos daquele país.

    Algumas exceções para bandas de rock de extremo sucesso no mundo que invadem os EUA , como os irlandeses do U2, os Australianos do ACDC...etc...

    Luciano Pavarotti ficou popular nos EUA depois de gravar com artistas locais como Bruce Springsteen e Michael Jackson.

    A Música Niagara , existente no disco em inglês foi gravada originalmente pela cantora Barbra Streisand que era da mesma gravadora do Roberto a CBS, ele perdeu uma super oportunidade de fazer um dueto com ela nesse disco e a história seria muito diferente em termos internacionais para o Rei.

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    1. Muito bem observada essa questão dos duetos, o próprio Roberto comentou (não lembro de cabeça agora em qual entrevista) essa necessidade de gravar com alguém de lá pra se lançar no mercado norte-americano.

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  7. Grande Sopa, obrigado pela visita e comentário.
    Trabalhar numa loja de discos nos anos 80, cara como eu gostaria de trampar numa loja de disco nessa época, só fui entrar no mercado do disco em 1990.
    Dueto em 1981? Poxa, falou isso mesmo a exemplo do Julio com a Diana Ross no disco do Julio 1100 Bel Air Place, ao qual eu devo te agradecer, pois a resenha sobre esse disco está pronta, mas vou postar lá no www.blogdobaratta.blogspot.com essa semana.
    Um ano antes em 80, marcava a (volta) de John Lennon ao mercado de disco com o Double Fantasy, pra 81 sairía o Milk And Honey, será que se esse disco fosse de 80 já pensou um dueto entre Roberto e Lennon? Caso não fosse o Lennon, Lionel Ritchie estava bem de mídia na época também, Daryl Hall & John Oates daria um bom trio, Kenny Rogers, Christopher Cross, entre tantos outros.
    Com Barbra seria lindo também.
    Belíssima observação, super abraço

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  8. Quero parabenizar os amigos deste Blog por essa discussão tão interessante. Tá raro encontrar uma discussão madura e produtiva assim, por isso os parabenizo.
    Eu nunca atinei para o fato de um dueto internacional, mas creio que os amigos tocaram em um ponto importante que poderia direcionar RC de vez ao mercado americano. Mas, perdoem o egoísmo, creio que nós brasileiros perderíamos. Nos anos 80 e começo dos anos 90, Roberto tava muito para os países latinos e não fazia tantos shows aqui no Brasil, quanto a partir da Turnê Luz - 93. Penso que aquele disco que ele gravaria com Julio, em meados de 89 (que acabou sendo apenas do Julio, o Raizes) talvez tivesse essa função de aproxima-lo do mercado americano. Em seguida, viria um outro disco totalmente em inglês. Mas, Roberto se volta ao público brasileiro, intensifica sua carreira por aqui, lota estádios e casas de shows (poucas ainda), numa época em que mudava mais o repertório, inovava mais nos shows e lançava discos novos todos os anos. Preços acessíveis a seus shows e víamos o povão na plateia, diferente de hoje! Creio que, se ele tivesse penetrado no mercado americano, não teríamos esses fatos pra contarmos.
    E acho que ele tem um público muito bom nos Estados Unidos, se forem todos latinos, nossa! Digo isso porque nas turnês que ele faz lá, são várias cidades e casas lotadas! Não sei a impressão e o respeito que os artistas de lá tem dele. Nunca o vi sendo citado por Elton, Wonder ou Madona, mas sei de reverências por parte de gente como Ray Connif e também de encontros com Michael e Sinatra.

    Blog Música do Brasil
    www.everaldofarias.blogspot.com

    Um forte abraço a todos!

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  9. Grande Everaldo. Obrigado pela visita e comentário irmão. Realmente, eu também nunca vi o Roberto sendo citado por um artista dos EUA ou da Inglaterra, a carreira do Roberto tem um alcance maior mesmo na parte latina do mundo. Tem fãs em Angola, Portugal, mas creio não ser a mesma coisa como no Chile, Argentina, México.
    Abraço.

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  10. O vocalista australiano da banda Air Supply, Graham Russell , em 2010 quando se apresentou na cidade de Lima no Peru, em entrevista ao jornal local " El Comercio"
    Declarou-se grande admirador de Roberto Carlos.

    http://elcomercio.pe/espectaculos/654876/noticia-vocalista-air-supply-se-confeso-fanatico-roberto-carlos-luis-miguel

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  11. Grande Sopa, dessa eu não sabia irmão. Enfatizou bastante a interpretação do Roberto, a forma dele "dizer" a música. Uma grande característica do nosso Roberto Carlos do Brasil.
    Obrigado pela informação amigo.

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  12. Olha, Everaldo, esse disco com o Júlio Iglesias teria sido algo interessante para a carreira do Roberto, mas ele é um cara bem difícil (naquela época então), desde os anos 80 que se falava nessa parceria e nada, basta ver como o Roberto teve pouquíssimas participações em seus discos de carreira (Bethânia, Erasmo, Fafá de Belém) e como participou pouco de discos dos outros, o próprio disco com o Caetano me surpreendeu quando ele resolveu lançar, teve também o Duetos, mas ali já é mais por conta do mercado mesmo.

    E Sopa, que beleza de matéria você trouxe desconhecia esse lance do Graham Russell, aliás, entre cantores que curtem e se dizem influenciados pelo Roberto, um que eu achei muito bacana o citando como influência numa entrevista foi o Enrique Iglesias, filho do Rúio(como diz nosso amigo Baratta, rs).

    Abraços a todos, bom chegar mais amigos na área trazendo mais informações interessantes sobre o Rei.

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  13. Ola, boa noite, que lindo post, eu sei ao cantor Roberto Carlos, e me gusta mucho sua musica.

    https://www.youtube.com/watch?v=ffv2N6OZVII

    Abracos desde Buenos Aires.

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  14. Hola Carolina, gracias por tu visita y comentario. No dejes de visitar nuestro blog.

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  15. Nossa, nunca tinha ouvido falar... Mas lembro, a respeito das vendas de natal, de meu pai indo comprar para uma "amiga secreta" da firma, que como se tornou praxe, e na minha visão estraga a graça da brincadeira, ela mesma tinha pedido o disco, nos bilhetinhos da caixa de mensagens entre os participantes. Com certeza, muita gente dá e pede de amigo secreto os discos do Roberto!

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