sábado, 18 de novembro de 2017

Coleções dos Fãs - Coleção do Renato Giannerini




Quando o assunto é coleção no campo da música, ter todos os discos é o objetivo de todo colecionador de algum artista ou banda. Alguns especificamente nos dão a maior dor de cabeça, como é o caso de colecionador de Elvis Presley, Beatles e Roberto Carlos. No caso do Roberto a discografia além de ser muito extensa, sendo desde 1963 até 1999 um disco por ano, no caso dos anos de 1970, 1976, 1981 e 1988 (quando foram lançados 2 discos), além dos discos em espanhol, os discos em italiano, é complicado colecionar tudo. Mas tratando especificamente da discografia nacional temos várias coisas a considerar. Os discos dos anos 70 por exemplo, eram prensados pela RCA. Há quem diga que o som dos discos originais da década de 70 é meio abafado, que nos anos 80 em diante o som foi melhorando consideravelmente. Há quem prefira as reedições de 1989 em diante. Vendo por esse lado é legal ter mais de uma edição de um mesmo disco. Em alguns os graves, médios e agudos estão mais definidos, mas isso não tira o brilho de ter uma edição original de época. As edições Mono então são as mais procuradas pelos colecionadores hoje em dia. Outra curiosidade são os discos de 1969 e 1975 que originalmente vinham com o pôster. A coletânea de 1992 que hoje em dia é raríssima em vinil, o Inolvidables de 1992 que também “sumiu” do mercado. Mas qual mercado? Bem sabemos que a produção de vinil parou no Brasil. Hoje os discos do Roberto estão em sua maioria nos sebos. Isso que estamos falando só dos LPs, pois tem os compactos, fitas cassete...
Resolvi fazer essa postagem com o meu amigo Renato justamente porque sei que ele tem várias prensagens de alguns discos, além das fitas k7 e quando acompanhava suas fotos na (cara de livro) sempre achei legal esse jeito de colecionar. Então resolvi fazer uma entrevista e pedi as fotos da reportagem a seguir.

Como você conheceu Roberto Carlos?

R: Conheci pelo meu saudoso tio-avô, onde ele colecionava alguns álbuns dele.

Como decidiu colecionar Roberto Carlos?
R: Quando ouvi pela primeira vez o "Em Ritmo de Aventura" em fita cassete, onde no carro ele pôs e ai virei fã.

O que mais gosta nos discos do Roberto?
R: Além das músicas, é o conteúdo das capas,tanto capa simples,quanto capa duplas.

Qual a década que você gosta mais?
R: Os da decada de 80.

Qual disco você gosta mais?
Gosto de todos, mas o meu preferido é o Roberto Carlos 81 (Honestly).

E as diferenças de prensagens? O que você tem a dizer sobre isso?
R: Todos os discos, principalmente os do Roberto, foram incansavelmente prensados, e reeditados a cada ano que passava...E recentemente peguei reedições dos álbuns de 1976, 80, 82 e 83, há mais graves e menos agudos, provenientes sobre cópia já digitalizada.

Qual a prensagem que você prefere e por quais motivos?
As reedições dos anos 80, digo por que:
Nestas reedições são bem mais fortalecidas, e o som é mais equilibrado do que as prensagens posteriores. Nas reedições mencionados a cima na outra pergunta, é o contrário, de tanto reeditarem, eles não acionaram a mesa no automático, ou seja, os técnicos de som, ajustaram do modo deles (refiro as reedições de 89 mencionados acima).

Pra quem quer começar a colecionar Roberto o que você sugere?
Sugiro pesquisar a discografia em todo o seu sistema de catálogo, tanto Stereo quanto Mono, consultar amigos que tenha os discos e perguntar qual prensagem é bom e ficar por dentro de tudo.

Quais os sites sobre Roberto que você segue e costuma acessar?
Acesso o Youtube, o blog Súditos do RC, o Portal Clube do Rei e o site oficial do Roberto.





RELEASE DO DISCO DE 1989












































quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Revista Sétimo Céu de Luxo - A Vida Gloriosa de Roberto Carlos (1967)



Já não bastasse os discos, gravações remasterizadas, músicas que ficaram perdidas em compactos, vídeos, shows inteiros, os especiais de fim de ano (que mereciam serem lançados em boxes de DVDs, pensa na alegria da gente ter os especiais lançados oficialmente), os filmes que não tem uma certa regularidade de relançamentos... há um outro tipo de item de colecionador que hoje é possível achar em sebos ou em sites de venda pela internet como o Mercado Livre ou os desapegas da vida interneteira: REVISTAS. Roberto Carlos foi capa de inúmeras revistas desde os anos 60 quando sua carreira realmente decolou e cada vez com voos mais altos. Dos anos 90 pra cá, Roberto tem saído muito nas capas da revista Caras, Quem, Época, Contigo, há a memorável revista Cartaz de 1971 com um excelente trabalho. Nos anos 80, a revista Manchete tinha bastante matéria com o rei também.
Essa revista Sétimo Céu de Luxo é só sobre o Roberto Carlos. Essa revista foi a mim emprestada, junto com a Cartaz e está comigo até hoje. A mãe de um conhecido meu acabou me emprestando a revista, até fiquei de devolver, mas perdi contato com esse conhecido e anos depois acabei sabendo que ele havia se suicidado.
Hoje encontrar esse tipo de arquivo scaneado na internet é praticamente uma benção. Alguma boa alma tirou uma parte do seu tempo e scaneou afim de compartilhar virtualmente um documento de época. A revista foi lançada em 1967. Roberto fala da sua infância, da sua luta para a gravação do primeiro disco, da família, dos amigos e a consagração do maior movimento cultural da juventude brasileira: A Jovem Guarda. A fonte era de um blog no endereço www.asfotonovelas.blogspot.com (que encerrou suas atividades em 07 de Junho de 2015) onde o nosso amigo Rubens Stone resgatou e postou na antiga comunidade MC&JG do Orkut.
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